A Neurociência da Aversão: Como o Nosso Cérebro Responde a Locais Contaminados

1 ano há2 min

A Neurociência da Aversão: Como o Nosso Cérebro Responde a Locais Contaminados

Por Dr. Nuno Miguel Moura

Doutorando em Psicologia, Pós-Graduando em Neuropsicologia Clínica, Especialista em Psicoterapia e Sexologia, Fundador e Diretor da Clínica Médica MENTALMENTE4PSI

“Sentir repulsa por locais sujos e contaminados é uma reação instintiva e protetora do cérebro humano, fundamentada em mecanismos neurobiológicos que evoluíram para manter-nos longe de ameaças invisíveis, como bactérias, vírus e outros agentes patogénicos. O que pode sugerir um incómodo diante de um cheiro desagradável, um resíduo orgânico ou de uma superfície pegajosa é, na realidade uma resposta do nosso sistema neurológico, desenvolvida ao longo de milénios para garantir a nossa sobrevivência.

Este artigo explora os mecanismos envolvidos na perceção e resposta a cenários de risco biológico, destacando-se o papel de estruturas cerebrais no processamento das respostas emocionais do nojo, da aversão e do medo. E também propõe analisar como a exposição constante a ambientes contaminados pode conduzir à dessensibilização emocional ou exacerbação de respostas de ansiedade, com implicações importantes para os profissionais que trabalham em locais de risco biológico, como é o caso dos especialistas em limpeza e desinfeção de áreas contaminadas.”

Para ler o artigo completo, consulte a revista BioHazMag 2025